segunda-feira, 7 de março de 2011

Carnaval nos tempos do fim

Esses dias de "vale tudo" que antecedem a Quaresma, em que as pessoas ficam 40 dias sem comer carne, passaram a ser chamados de "adeus à carne", quem em italiano é "carne vale", ou "carnavale", resultando na palavra "carnaval". Ou seja: se a Igreja Católica Romana não tivesse criado o período da Quaresma, não haveria hoje o Carnaval.

É necessário também saber que as folias do Carnaval estão ligadas às festas pagãs romanas, que eram calcadas em muita licenciosidade sexual, bebedeira, glutonaria, orgias coletivas e muita música. Eram conhecidas como bacanais ( em homenagem a Baco, o deus do vinho e da orgia ), lupercais ( em homenagem ao deus obsceno Pã, também chamado de Luperco), e saturnais ( em homenagem ao deus Saturno que, segundo a mitologia grega, devorou seus próprios filhos).
Fonte:Portal 6R

    Não temos como negar que o Carnaval esta ligado a libertinagem física e psíquica, agindo como uma valvula de escape em tempos de barbáries mundial. Nos tempos do fim o homem não precisa mais do carnaval para perder sua alma para o inferno, ele já tempera seu alimento com pitadas de enxofre¹, mesmo sendo alertado que seus dias serão penosos e eternamente patológicos. A  Alma é gradativamente sufocada, perde a capacidade de vitalização, gradualmente o Espirito Santo de Deus perde a conexão e o homem perde sua humanidade.
 

   Esse é o esquema das trevas em pequenas imperceptíveis doses. Simples assim!  A vida morre eternamente. Morra ou Viva. Você decide.

1-Enxofre: Não é um gás tóxico, entretanto por ser mais denso que o ar, em ambientes fechados e de pouco espaço, expulsa o oxigênio, causando asfixia.


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Um comentário:

VIVA VIDA!
VIDA VIVA!